Semana da Logística 2026: Conectando as Microrregiões do Espírito Santo ao Mercado Global




Orientação Científica
Conheça a equipe de coordenação
Contagem Regressiva
Apresentação dos Banners: 22 e 24/06/2026
Coordenação & Orientação Científica
A equipe de professores do IFES – Campus Avançado de Viana responsável pela coordenação e orientação dos projetos da Semana da Logística 2026.
CoordenadoraBianca Arpini
Profª. MSc.
Mestre em Engenharia Civil com ênfase em Transportes e Logística pela UFES e especialista em Engenharia de Suprimentos. Engenheira de Produção, atua como professora do IFES – Campus Avançado de Viana e pesquisadora em Pesquisa Operacional, com foco em roteirização de veículos e otimização logística. Recebeu o prêmio de Produção Científica da ANPET.
Currículo Lattes
Coordenador AdjuntoRafael Bizerra
Prof. Dr.
Professor do IFES, Engenheiro de Produção e Engenheiro de Segurança do Trabalho. Mestre e Doutor em Engenharia de Transportes pela USP (EESC-USP) e Tecnólogo em Logística pela Fatec. Possui experiência em pesquisa operacional, planejamento urbano, geotecnologias, transporte de cargas especiais e gestão de riscos.
Currículo Lattes
Coordenador AdjuntoClaude Killian
Prof. MSc.
Professor do IFES – Campus Avançado de Viana, mestre em Educação em Ciências e Matemática pelo IFES, especialista em Planejamento e Gerência de Operações Logísticas e em Gestão Empresarial. Atua nas áreas de Administração, Logística e Transporte, com experiência em operações logísticas, roteirização, modelagem matemática aplicada e formação de profissionais para o setor.
Currículo Lattes
Coordenador AdjuntoDenilton Macário de Paula
Prof. MSc.
Professor do IFES, coordenador da Câmara Temática de Gestão de Materiais e Logística do CRA-ES e doutorando em Pesquisa Operacional pelo ITA. Mestre em Robótica e Pesquisa Operacional, especialista em Logística e Engenharia de Suprimentos. Atua em otimização, análise de decisão, logística integrada, gestão da cadeia de suprimentos e sistemas inteligentes aplicados às operações.
Currículo LattesCronograma do Evento
Cadeias Produtivas Capixabas: Conectando as Microrregiões do Espírito Santo ao Mercado Global
Ensino Técnico em Logística Integrado ao Ensino Médio
Apresentação dos banners das turmas do 2º ano (2A, 2B e 2C). Os grupos visitantes (3A+3B e 1º anos) circulam entre os locais a cada horário.
| Horário | 2A · Laboratório de Logística | 2B · Sala 8 | 2C · Sala 7 |
|---|---|---|---|
| 13h – 14h10 | 3A + 3BProf. Gladyson | 3A + 3BProf. Wagner | 3A + 3BProf. Thalismar |
| 14h10 – 15h20 | 1AProf. Thalismar | 1AProf. Gladyson | 1AProfa. Soraia |
| 15h20 – 15h40 | Intervalo | ||
| 15h40 – 16h50 | 1BProfa. Soraia | 1BProf. Thalismar | 1BProf. Gladyson |
| 16h50 – 17h50 | 1CProfa. Bianca | 1CProf. Rafael Bizerra | 1CProf. Alex |
Ensino Superior de Tecnologia em Logística
Apresentação dos banners das turmas do 1º e 3º períodos para bancas de visitantes externos.
| Horário | 1º Período · Laboratório de Logística | 3º Período · Sala 7 |
|---|---|---|
| 8h20 – 10h00 | Visitantes externos · Grupo 1Profs. Adonai, Albeniz, Macário, Corbani e Claude | Visitantes externos · Grupo 2Profs. Nahun, Bianca, Gladyson, Rafael Rabelo e Rafael Bizerra |
| 10h00 – 10h20 | Intervalo | |
| 10h20 – 12h00 | Visitantes externos · Grupo 2Profs. Nahun, Bianca, Gladyson, Rafael Rabelo e Rafael Bizerra | Visitantes externos · Grupo 1Profs. Adriana, Adonai, Albeniz, Macário, Corbani e Claude |
Mapa Interativo das Microrregiões
Explore a divisão regional do Espírito Santo homologada pelo IJSN. Clique ou passe o mouse nos pontos numerados sobre o mapa oficial para analisar cada localidade.

Metropolitana
R$ 68,8 bilhões
Logística Portuária, Comércio & Indústria de Ponta
- Região Metropolitana da Grande Vitória3º Período · Tecnólogo em Logística
Galeria Digital de Posters
Explore os 30 banners produzidos pelas turmas do Tecnólogo em Logística (1º e 3º períodos) e do Ensino Médio Integrado (2º anos A, B e C) do Ifes Campus Viana. Filtre por turma ou clique em uma microrregião no mapa.

Região Metropolitana da Grande Vitória
Larissa Carvalho, Glênia Celestino, Elizângela de Jesus, Juliana Krause
Prof. Denilton Macário de Paula
A Região Metropolitana da Grande Vitória possui localização estratégica e infraestrutura integrada, consolidando-se como um dos principais polos logísticos do país. A presença de portos, malha rodoviária e grandes indústrias fortalece a economia regional, com a conexão entre as rodovias BR-101 e BR-262 transformando a região em um hub logístico nacional. A logística portuária movimenta milhões de toneladas de cargas — minério de ferro, aço, granito, fertilizantes, contêineres e grãos — usando os modais ferroviário, rodoviário e marítimo.

A Força do Nordeste Capixaba: Cadeias Produtivas, Logística e Desenvolvimento Regional
Muth Gomes, Suéllen Líbia, Marcos Marinho, Samuel Pereira, Luiz Eduardo Wichello
Prof. Denilton Macário de Paula
O Nordeste Capixaba ocupa posição estratégica no cenário econômico do Espírito Santo, com dinâmica produtiva diversificada que integra agronegócio, energia, indústria, turismo, silvicultura, pecuária e logística. A BR-101 é essencial para o escoamento da produção regional, conectando os municípios aos principais mercados consumidores, portos e polos industriais.

Microrregião Noroeste do Espírito Santo: Produção do Café Conilon
Alice Oliveira, Juliana Mara, Taynara Castelo, Taynara Domingos, Sophia Cruz
Prof. Denilton Macário de Paula
A Microrregião Noroeste é um dos maiores polos mundiais de produção de Café Conilon, respondendo por 2,53% do PIB estadual, com destaque para Nova Venécia e Barra de São Francisco. A região cultiva 112 mil hectares (47% da área estadual) e produz 4,13 milhões de sacas (41,5% da produção estadual), com perfil familiar e mais de 70% das lavouras irrigadas. A cadeia produtiva envolve processos complexos de armazenamento, padronização e distribuição, nos quais as cooperativas locais asseguram qualidade e acesso a mercados.

O Eixo Logístico do Litoral Sul Capixaba: Petróleo, Gás e o Porto Central
Mark Crisostomo, Maicon Ferreira, Juan Paiva, Gustavo Penido, João Lucas Tesch
Prof. Denilton Macário de Paula
O Litoral Sul Capixaba destaca-se pelo crescimento das atividades ligadas a petróleo, gás natural e logística portuária. O Porto Central, em Presidente Kennedy, surge como elemento estratégico — um complexo de águas profundas projetado para petróleo, gás, minério e contêineres. O porto fortalece a conexão entre os modais rodoviário e marítimo, reduzindo custos, atraindo empresas e consolidando a região como polo logístico e energético.

Microrregião Centro-Oeste: Cadeia Produtiva das Rochas Ornamentais
Arthur Álvares, Daniele Aurelio, Dâmilla Leppaus, Thabita Simora, Luiza Borel
Prof. Denilton Macário de Paula
A Microrregião Centro-Oeste representa cerca de 5,33% do PIB estadual, destacando-se pela produção agropecuária (café) e pela cadeia das rochas ornamentais, especialmente mármore e granito. A economia concentra-se em Colatina, principal polo comercial e de serviços, enquanto Baixo Guandu tem papel estratégico no Corredor Leste da EFVM. A logística combina os modais rodoviário, ferroviário (EFVM) e portuário, exigindo equipamentos pesados como guindastes, pórticos e empilhadeiras.

Região Central Sul Capixaba
Heitor Delatorri, Layza Ferreira, Daniel Santos, Gabriela Tregnago
Prof. Denilton Macário de Paula
A Microrregião Central Sul é estratégica para a economia capixaba, destacando-se pelo agronegócio e pelo setor de serviços, com forte produção de café arábica, leite, hortaliças e frutas. A agricultura familiar sustenta a economia local e abastece o mercado estadual. A logística é predominantemente rodoviária, conectando as propriedades rurais aos centros de distribuição e garantindo o escoamento da produção.

Bom Jesus do Norte e São José do Calçado
Rafaella Borsonel, Endriw Lauretti, Darci Pereira, Ludmila Silva, Nicollas Tesch
Profa. Bianca Moro; Prof. Claude Killian de Alvarenga; Prof. Denilton Macário de Paula; Prof. Rafael Cavalcanti Bizerra
O estudo analisa o PIB e o perfil empresarial de São José do Calçado e Bom Jesus do Norte, no sul do Espírito Santo, com foco na logística das atividades econômicas. As principais cadeias produtivas são a cafeicultura e a pecuária leiteira. A pesquisa, baseada em dados do IBGE (2023) e visitas técnicas de campo, examina os meios de transporte e os desafios logísticos da região.

Muniz Freire e Divino de São Lourenço
Rafaela Felipe, Gilmar Loterio
Prof. Claude Killian de Alvarenga
Muniz Freire é produtora de café conilon e arábica, com o café embalado em sacas de 60 kg ou contêineres e escoado das fazendas a armazéns e portos pelas rodovias ES-181, ES-165, ES-379 e ES-483 (ligação à BR-262), com armazenagem em silos e exportação por navios. Divino de São Lourenço tem como produção principal café e leite e inicia a fruticultura; o leite é transportado em caminhões com tanque isotérmico (2 °C a 4 °C) e depois filtrado, pasteurizado, homogeneizado e embalado.

Municípios de Guaçuí e Dores do Rio Preto
Anna Júlia Gomes, Cláudia Campos, Klayton Mello, Lislayne Manente, Sara Antunes
Profa. Bianca Moro; Prof. Claude Killian de Alvarenga; Prof. Denilton Macário de Paula; Prof. Rafael Cavalcanti Bizerra
Localizados na Bacia Hidrográfica do Rio Itabapoana, na divisa com Minas Gerais e Rio de Janeiro, Guaçuí e Dores do Rio Preto integram uma área estratégica do sul capixaba, na Região do Caparaó. A economia destaca-se na agricultura familiar, com a cafeicultura em crescimento e foco em cafés arábica e especiais. O banner detalha a cadeia produtiva do café e como o produto é transportado.

Alegre e Jerônimo Monteiro
Autoria não identificada no banner.
Alegre (fundada em 1884, 29.117 habitantes) tem economia baseada em cafeicultura, agricultura familiar, comércio e serviços, com forte presença da educação universitária (UFES). Jerônimo Monteiro (fundada em 1958, 11.575 habitantes) destaca-se em agricultura, cafeicultura, pecuária e comércio local. Ambos contam com infraestrutura de rodovias como BR-482 e ES-181/ES-185.

Ibatiba e Irupi: dois municípios, um futuro de oportunidades
Autoria não identificada no banner.
Ibatiba ('Terra das Águas e do Café'), a 156 km de Vitória, tem economia baseada em cafeicultura, agricultura familiar, comércio e serviços, sendo conhecida como Capital Capixaba do Café. Irupi, a 191 km de Vitória, baseia sua economia no agronegócio, com cafeicultura, pecuária, produção de móveis e comércio. A infraestrutura logística apoia-se nas rodovias BR-262, ES-181, ES-185, ES-379 e ES-488, escoando a produção de café.

Iúna e Ibitirama
Arthur Monteiro, Aléxia Siqueira
Prof. Claude Killian de Alvarenga
Iúna e Ibitirama, no Caparaó Capixaba, têm a cafeicultura como principal base econômica, com forte produção de café arábica de montanha e cafés especiais. Iúna é o maior produtor de café arábica do estado (~11.189 t/ano) e Ibitirama possui cerca de 8 mil hectares cultivados (~130 mil sacas/ano). O fluxo logístico inicia nas fazendas familiares, segue para cooperativas e armazéns e é transportado por rodovia até o Porto de Vitória, de onde é exportado em contêineres.

Atividades Econômicas de Afonso Cláudio
Heitor Alexandre Morais, Filipe Ruckdeschel, Letícia Pazini, Maria Eduarda Ribeiro, Paulo Miguel Dias
Prof. Rafael Bizerra
Afonso Cláudio, na região serrana, tem economia fortemente ligada à agropecuária e à agricultura familiar, com relevo montanhoso e predomínio de pequenas propriedades. Embora o café seja a principal atividade, a pecuária leiteira tem destaque, integrando cooperativas e laticínios como a Coopeavi e os laticínios Veneza. Na cadeia do leite, o produto é refrigerado após a ordenha e coletado por caminhões nas propriedades.

Domingos Martins e suas produções
Ágatha Rosi, Amanda Milotti, Lara Moreira, Maria Eduarda Fardin, Yasmin Oliveira, Mylena Pereira
Prof. Rafael Bizerra
Domingos Martins, a Cidade do Verde, fica nas Montanhas Capixabas a 45 km de Vitória e tem PIB em torno de R$ 1,3 bilhão, com forte presença de serviços e agronegócio. A produção, baseada em agricultura familiar com alta tecnologia e agroturismo, destaca-se no morango cultivado em sistema semi-hidropônico. A cadeia agrega valor da lavoura à agroindústria, com escoamento via CEASA/ES, feiras livres e comercialização para MG, RJ e BA.

Brejetuba: Capital do Café Arábica
Gabriel Santos, Davi Bergstedt, Arthur Silva, Luiz Almeida, Gabriel Silva
Prof. Rafael Bizerra
Brejetuba é conhecida como a capital nacional do café arábica, sua principal atividade econômica. A cafeicultura é cultivada em cerca de 800 propriedades rurais (cerca de 73% de agricultores familiares), com produção anual de aproximadamente 150 mil sacas de cafés superiores. O escoamento é rodoviário, do beneficiamento até o Centro de Comércio de Cafés Vitória (CCCV), de onde é distribuído para os mercados interno e externo.

Marechal Floriano: a apicultura local
Ana Luiza Gonçalves Pereira, Mellyna Fernandes de Lima, Milena de Oliveira Guerini, Nathaly Facco Pereira Reis, Noemi Araújo de Souza
Prof. Rafael Bizerra
Marechal Floriano, a cerca de 48,6 km de Vitória, tem economia marcada pela diversidade agrícola e colonização europeia. Embora avicultura e olericultura sejam motores tradicionais, a apicultura consolidou-se como setor de alto valor agregado e sustentabilidade, forte pilar da agricultura familiar. O mel é beneficiado em pequenas unidades, embalado em potes de vidro ou bisnagas e transportado pela BR-262 para centros de distribuição e supermercados da Grande Vitória.

Vinícola e agroturismo em Venda Nova do Imigrante
Fernanda Alves, Lavínia Neves, Mariany Stanislauw, Micaelly Medeiros, Sophia Castro
Prof. Rafael Bizerra; Profa. Bianca Moro
Venda Nova do Imigrante, a cerca de 106 km de Vitória, é conhecida nacionalmente pela forte agricultura familiar e pelo agroturismo. Destaca-se na produção de café arábica, vinhos artesanais e produtos coloniais, que fortalecem a identidade cultural italiana. O fluxo da produção vinícola vai da colheita à fermentação, envase e distribuição, dependendo do modal rodoviário; parte significativa é comercializada diretamente nas vinícolas (inbound just-in-time, fermentação de 15 dias, maturação de 6 a 24 meses).

Conceição do Castelo: referência na tangerina Ponkan
Any Helen de Assis, Guilherme Sala, Miguel Bueloni, Kauan Prata, Estevão dos Santos, Rhoan Trancoso
Prof. Rafael Bizerra
Conceição do Castelo, a cerca de 130 km de Vitória, tem economia baseada na agricultura, com PIB per capita de R$ 29.880,11. A divisão econômica é composta por Serviços (39,7%), Administração Pública (26,7%), Agropecuária (23,2%) e Indústria (10,4%), sendo o café a principal fonte de renda e a tangerina Ponkan uma cultura de destaque (segundo maior produtor do estado). O escoamento usa o modal rodoviário (BR-262, ES-165, ES-166, ES-472) com caminhões refrigerados, caixas plásticas vazadas e pallets.

Análise econômica de Laranja da Terra
Pedro Souza de Freitas, Mayrllon Moreira da Silva, Lucas Andrade Costa, Caio Alexandre Hachbart da Rocha, Nathiely Coser Lugão
Prof. Rafael Bizerra
Laranja da Terra (458,37 km², 11.094 habitantes, 67% na zona rural) está a ~180 km de Vitória pelas rotas ES-080 e BR-262. A agropecuária responde por 25,88% do PIB municipal, com destaque para o café conilon (1.063 estabelecimentos, ~3.500 t/ano), além de banana, pecuária leiteira, inhame e piscicultura. O escoamento é rodoviário via cooperativas Cooabriel e EXPOCACCER, com destino ao mercado nacional e exportação pelos portos capixabas.

Vitivinicultura em Santa Teresa
Paolla da Silva, Joana Lemos, Jhonatan Martins, Victória Nunes, Samara dos Santos, Mikaela Silva
Prof. Rafael Bizerra
A vitivinicultura de Santa Teresa tem grande importância econômica e cultural, sendo o município o maior produtor de vinhos do estado, com cerca de 10 a 11 vinícolas ativas (destaque para Ziviani e Tomazelli) e produção anual superior a 100 mil litros (~46% da produção estadual). A logística usa transporte a granel em caminhões isotérmicos higienizados com nitrogênio e fracionado em pallets e baús climatizados, com controle de temperatura para evitar oxidação.

Microrregião Central Serrana: Itarana
Ana Rafaella Gratival, Evinly Correa, Gustavo Furlani, Luiza Goulart, Sophia França, Thainá Braga
Profa. Bianca Moro; Prof. Rafael Bizerra
A economia de Itarana é fortemente ligada ao setor agropecuário, especialmente à agricultura familiar, tendo o café como base (cerca de 90% da economia local). O município produz aproximadamente 83,5 mil sacas/ano, sendo 57,2% café arábica (regiões altas) e 42,8% conilon (vales), graças à sua zona de transição geográfica. A cadeia logística é 100% rodoviária, com a produção em sacarias de juta ou polipropileno de 60 kg escoada pelas ES-261, 264, 080, 355 e BR-101 até a CEASA-ES (Cariacica).

Santa Maria de Jetibá: Avicultura
Alana Marchesi, Ana Clara Xavier, Ana Gabriely Lucht, Letícia Rosario, Sophia Giuriato, Sophie Fróis
Prof. Rafael Bizerra; Profa. Bianca Moro
Santa Maria de Jetibá é a principal força econômica da microrregião Central Serrana, com o maior PIB da região e PIB per capita de R$ 62.270,27 (2023). A avicultura responde por 60% da agropecuária municipal, sendo o município o maior produtor de ovos do Brasil, com cerca de 10 bilhões de ovos por ano, abastecendo o Sudeste com apoio de cooperativas como a Nater Coop. Os ovos passam por seleção, classificação e embalagem e são transportados por rodovia em bandejas e caixas sobre pallets.

Análise Logística e Econômica de Itaguaçu
Isaac Ribeiro, Lucas Fernandes, Daniel Lorenzutti, Eduardo Facco, Victor Raposo
Prof. Rafael Bizerra; Profa. Bianca Moro
Itaguaçu possui forte economia agrícola, com destaque para o café especial, agricultura familiar e mineração, contando com cooperativas como a Nater Coop (antiga Coopeavi). O escoamento da produção é exclusivamente rodoviário, com o café carregado de forma manual ou paletizada e transportado em caminhões higienizados até o Complexo Portuário de Vitória, a 138 km.

Produção de Gengibre em Santa Leopoldina
Eloá Barbosa, Emilly Medeiros, Emily Conceição, Lara Sales, Livya Silva, Valentina Meira
Prof. Rafael Bizerra
Santa Leopoldina, a 49,5 km de Viana, tem relevo acidentado (500 a 900 m), clima ameno e solo bem drenado que criam o microclima ideal para o cultivo de gengibre, tornando o município e a região serrana líderes nacionais. O cultivo leva de 7 a 10 meses e, após a colheita, o produto é lavado, seco, selecionado, embalado e transportado por caminhões até CEASAs, centros de distribuição, feiras e supermercados. O ES produz 75% do gengibre brasileiro e mais de 57% das exportações nacionais, movimentando mais de R$ 317 milhões por ano.

Indústria Moveleira de Linhares: Logística e Desenvolvimento
Maria Eduarda Alvarenga Martins, Rafaela Assis Andrade, Matheus de Souza Martins, Isabelle Campos das Neves, Clara Lopes Pimentel, Maria Fernanda Castro da Silva
Prof. Rafael Bizerra
O polo moveleiro de Linhares, no entorno da BR-101, reúne cerca de 150 empresas e responde por aproximadamente 4% da produção nacional de móveis, com faturamento anual em torno de R$ 450 milhões e cerca de 3,5 mil empregos diretos e 9 mil indiretos. A logística envolve transporte rodoviário até portos e centros de distribuição e transporte marítimo nas exportações, com uso de pallets, contêineres, cargas unitizadas e empilhadeiras.

Microrregião Rio Doce: João Neiva
Alexandre Mateus B. Almeida, João L. Oliosi, Juan P. Báfica, Igor Samuel S. Caetano, Ana Luiza C. Macedo, Carlos Henrique F. Biancardi
Prof. Rafael Cavalcanti Bizerra
A economia de João Neiva, município fundado em 1988 com cerca de 16 mil habitantes, baseia-se na agropecuária, no comércio e em pequenas indústrias, destacando-se a produção de café conilon. O café é produzido em pequenas e médias propriedades familiares, abastece o mercado interno e participa das exportações capixabas. A pecuária (leite e carne) e a agricultura familiar complementam a renda rural, e a proximidade da BR-101 facilita o transporte.

Rio Bananal: a Logística do Café
Carlos Miguel da V. Lopes, João Pedro Souza Silva, Lucas Borges de C. Lecco, Paulo Henrique Vulpi das Neves, Arthur E. Pandolfi Moisés, Mateus Bello Zonta
Prof. Rafael Cavalcanti Bizerra
Rio Bananal, ao norte do estado, tem economia fortemente baseada na agricultura, com PIB estimado em cerca de R$ 787,9 milhões e destaque para agropecuária, serviços, administração pública e indústria. O café é o produto mais forte da cidade, gerando empregos e movimentando o comércio local. O processo logístico envolve transporte rodoviário, armazenamento em galpões e transporte marítimo, com o café escoado a armazéns, centros de distribuição e portos do ES (inclusive vendas à Realcafé).

Sooretama: a Capital do Conilon e seus Desafios Logísticos
Anne Emanuelly A. Alves, Lays Sthefany B. Nunes, Maria Eloíza da S. Moura, Carlos Eduardo R. Lima, Victor Santos da S. Pinto, Artur de A. Rezende Buaiz
Prof. Rafael Cavalcanti Bizerra
Sooretama, a 119 km da capital, tem PIB de R$ 911,9 milhões e economia fortemente ligada ao agronegócio, sendo o café conilon a cultura predominante. É a maior cidade produtora de café do Espírito Santo e a terceira do país, com o conilon respondendo por 37% do PIB agrícola estadual. A produção, majoritariamente familiar, segue para torrefação/descafeinação e é escoada por rodovia a portos, terminais e armazéns, usando big bags, sacarias, carretas e contêineres.

Logística e Agroturismo em Ibiraçu
Arthur Zanetti, Beatriz Cardoso Machado, Cauã Lucas Dias de Freitas, Jamilly de Almeida Abreu, Leticia Gonoring Broedel, Miguel Viana Soares
Prof. Rafael Bizerra; Profa. Bianca Moro
Ibiraçu, a cerca de 75 km de Vitória, desenvolve o agroturismo, que integra produção rural, cultura local e experiências turísticas, ligado à produção de café conilon, à gastronomia típica e às tradições italianas. O fluxo turístico, vindo principalmente da Grande Vitória pela BR-101, impulsiona a economia e exige uma cadeia de suprimentos eficiente para restaurantes e estabelecimentos que dependem do abastecimento diário de produtos frescos.

Microrregião do Rio Doce: Aracruz e a Celulose
Ana Julia Fiorotti Silva, Cristoffer Guilherme Falcão Nossa, Emilly Hellem de Oliveira Zonta França, Gustavo da Rocha Merlo, Guilherme Barros do Carmo, Lucas Martins Lúcio Soares
Prof. Rafael Cavalcanti Bizerra
Aracruz, a 83 km de Vitória, tem a indústria como principal fonte de renda, com 58,24% das atividades concentradas no setor industrial e renda per capita anual de R$ 52.900,73; destaca-se a celulose, produzida pela Suzano S.A. (que absorveu a antiga Aracruz em 2009). A cadeia vai da plantação de mudas à produção de fardos, exportados via Portocel. Em 2025 o Portocel movimentou recorde de 7,8 milhões de toneladas (receita líquida de R$ 287,5 milhões, +16% sobre 2024). Caminhões levam os fardos ao porto, transbordados para navios com destino a China, EUA e Europa.