Evento Acadêmico Integrado

Semana da Logística 2026: Conectando as Microrregiões do Espírito Santo ao Mercado Global

Bianca ArpiniRafael BizerraClaude KillianDenilton Macário de Paula

Orientação Científica

Conheça a equipe de coordenação

Contagem Regressiva

Apresentação dos Banners: 22 e 24/06/2026

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Quem conduz o projeto

Coordenação & Orientação Científica

A equipe de professores do IFES – Campus Avançado de Viana responsável pela coordenação e orientação dos projetos da Semana da Logística 2026.

Foto de Profª. MSc. Bianca Arpini
Coordenadora

Bianca Arpini

Profª. MSc.

Pesquisa OperacionalRoteirização de VeículosOtimização Logística

Mestre em Engenharia Civil com ênfase em Transportes e Logística pela UFES e especialista em Engenharia de Suprimentos. Engenheira de Produção, atua como professora do IFES – Campus Avançado de Viana e pesquisadora em Pesquisa Operacional, com foco em roteirização de veículos e otimização logística. Recebeu o prêmio de Produção Científica da ANPET.

Currículo Lattes
Foto de Prof. Dr. Rafael Bizerra
Coordenador Adjunto

Rafael Bizerra

Prof. Dr.

Engenharia de TransportesPesquisa OperacionalGestão de Riscos

Professor do IFES, Engenheiro de Produção e Engenheiro de Segurança do Trabalho. Mestre e Doutor em Engenharia de Transportes pela USP (EESC-USP) e Tecnólogo em Logística pela Fatec. Possui experiência em pesquisa operacional, planejamento urbano, geotecnologias, transporte de cargas especiais e gestão de riscos.

Currículo Lattes
Foto de Prof. MSc. Claude Killian
Coordenador Adjunto

Claude Killian

Prof. MSc.

Operações LogísticasRoteirizaçãoModelagem Matemática

Professor do IFES – Campus Avançado de Viana, mestre em Educação em Ciências e Matemática pelo IFES, especialista em Planejamento e Gerência de Operações Logísticas e em Gestão Empresarial. Atua nas áreas de Administração, Logística e Transporte, com experiência em operações logísticas, roteirização, modelagem matemática aplicada e formação de profissionais para o setor.

Currículo Lattes
Foto de Prof. MSc. Denilton Macário de Paula
Coordenador Adjunto

Denilton Macário de Paula

Prof. MSc.

OtimizaçãoCadeia de SuprimentosSistemas Inteligentes

Professor do IFES, coordenador da Câmara Temática de Gestão de Materiais e Logística do CRA-ES e doutorando em Pesquisa Operacional pelo ITA. Mestre em Robótica e Pesquisa Operacional, especialista em Logística e Engenharia de Suprimentos. Atua em otimização, análise de decisão, logística integrada, gestão da cadeia de suprimentos e sistemas inteligentes aplicados às operações.

Currículo Lattes
Programação Oficial

Cronograma do Evento

Cadeias Produtivas Capixabas: Conectando as Microrregiões do Espírito Santo ao Mercado Global

22/06
Segunda-feira Tarde · 13h às 17h50

Ensino Técnico em Logística Integrado ao Ensino Médio

Apresentação dos banners das turmas do 2º ano (2A, 2B e 2C). Os grupos visitantes (3A+3B e 1º anos) circulam entre os locais a cada horário.

Horário2A · Laboratório de Logística2B · Sala 82C · Sala 7
13h – 14h103A + 3BProf. Gladyson3A + 3BProf. Wagner3A + 3BProf. Thalismar
14h10 – 15h201AProf. Thalismar1AProf. Gladyson1AProfa. Soraia
15h20 – 15h40 Intervalo
15h40 – 16h501BProfa. Soraia1BProf. Thalismar1BProf. Gladyson
16h50 – 17h501CProfa. Bianca1CProf. Rafael Bizerra1CProf. Alex
24/06
Quarta-feira Manhã · 8h20 às 12h

Ensino Superior de Tecnologia em Logística

Apresentação dos banners das turmas do 1º e 3º períodos para bancas de visitantes externos.

Horário1º Período · Laboratório de Logística3º Período · Sala 7
8h20 – 10h00Visitantes externos · Grupo 1Profs. Adonai, Albeniz, Macário, Corbani e ClaudeVisitantes externos · Grupo 2Profs. Nahun, Bianca, Gladyson, Rafael Rabelo e Rafael Bizerra
10h00 – 10h20 Intervalo
10h20 – 12h00Visitantes externos · Grupo 2Profs. Nahun, Bianca, Gladyson, Rafael Rabelo e Rafael BizerraVisitantes externos · Grupo 1Profs. Adriana, Adonai, Albeniz, Macário, Corbani e Claude
Espaço Geográfico Oficial

Mapa Interativo das Microrregiões

Explore a divisão regional do Espírito Santo homologada pelo IJSN. Clique ou passe o mouse nos pontos numerados sobre o mapa oficial para analisar cada localidade.

Divisão Regional do Espírito Santo - IJSN12345678910
1
Microrregião de Planejamento

Metropolitana

ES
PIB Estimado

R$ 68,8 bilhões

Atividade Predominante

Logística Portuária, Comércio & Indústria de Ponta

Projetos Vinculados1
  • Região Metropolitana da Grande Vitória3º Período · Tecnólogo em Logística
Espaço Científico

Galeria Digital de Posters

Explore os 30 banners produzidos pelas turmas do Tecnólogo em Logística (1º e 3º períodos) e do Ensino Médio Integrado (2º anos A, B e C) do Ifes Campus Viana. Filtre por turma ou clique em uma microrregião no mapa.

30 projetos · 30 no total
Capa do banner "Região Metropolitana da Grande Vitória"
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Metropolitana
Superior

Região Metropolitana da Grande Vitória

3º Período · Tecnólogo em LogísticaCariacica, Fundão, Guarapari, Serra, Viana, Vila Velha, Vitória
Autores

Larissa Carvalho, Glênia Celestino, Elizângela de Jesus, Juliana Krause

Orientação

Prof. Denilton Macário de Paula

Logística

A Região Metropolitana da Grande Vitória possui localização estratégica e infraestrutura integrada, consolidando-se como um dos principais polos logísticos do país. A presença de portos, malha rodoviária e grandes indústrias fortalece a economia regional, com a conexão entre as rodovias BR-101 e BR-262 transformando a região em um hub logístico nacional. A logística portuária movimenta milhões de toneladas de cargas — minério de ferro, aço, granito, fertilizantes, contêineres e grãos — usando os modais ferroviário, rodoviário e marítimo.

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Capa do banner "A Força do Nordeste Capixaba: Cadeias Produtivas, Logística e Desenvolvimento Regional"
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Nordeste
Superior

A Força do Nordeste Capixaba: Cadeias Produtivas, Logística e Desenvolvimento Regional

3º Período · Tecnólogo em Logística
Autores

Muth Gomes, Suéllen Líbia, Marcos Marinho, Samuel Pereira, Luiz Eduardo Wichello

Orientação

Prof. Denilton Macário de Paula

Logística

O Nordeste Capixaba ocupa posição estratégica no cenário econômico do Espírito Santo, com dinâmica produtiva diversificada que integra agronegócio, energia, indústria, turismo, silvicultura, pecuária e logística. A BR-101 é essencial para o escoamento da produção regional, conectando os municípios aos principais mercados consumidores, portos e polos industriais.

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Capa do banner "Microrregião Noroeste do Espírito Santo: Produção do Café Conilon"
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Noroeste
Superior

Microrregião Noroeste do Espírito Santo: Produção do Café Conilon

3º Período · Tecnólogo em LogísticaNova Venécia, Barra de São Francisco
Autores

Alice Oliveira, Juliana Mara, Taynara Castelo, Taynara Domingos, Sophia Cruz

Orientação

Prof. Denilton Macário de Paula

A Microrregião Noroeste é um dos maiores polos mundiais de produção de Café Conilon, respondendo por 2,53% do PIB estadual, com destaque para Nova Venécia e Barra de São Francisco. A região cultiva 112 mil hectares (47% da área estadual) e produz 4,13 milhões de sacas (41,5% da produção estadual), com perfil familiar e mais de 70% das lavouras irrigadas. A cadeia produtiva envolve processos complexos de armazenamento, padronização e distribuição, nos quais as cooperativas locais asseguram qualidade e acesso a mercados.

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Capa do banner "O Eixo Logístico do Litoral Sul Capixaba: Petróleo, Gás e o Porto Central"
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Litoral Sul
Superior

O Eixo Logístico do Litoral Sul Capixaba: Petróleo, Gás e o Porto Central

3º Período · Tecnólogo em LogísticaPresidente Kennedy
Autores

Mark Crisostomo, Maicon Ferreira, Juan Paiva, Gustavo Penido, João Lucas Tesch

Orientação

Prof. Denilton Macário de Paula

Logística

O Litoral Sul Capixaba destaca-se pelo crescimento das atividades ligadas a petróleo, gás natural e logística portuária. O Porto Central, em Presidente Kennedy, surge como elemento estratégico — um complexo de águas profundas projetado para petróleo, gás, minério e contêineres. O porto fortalece a conexão entre os modais rodoviário e marítimo, reduzindo custos, atraindo empresas e consolidando a região como polo logístico e energético.

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Capa do banner "Microrregião Centro-Oeste: Cadeia Produtiva das Rochas Ornamentais"
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Centro-Oeste
Superior

Microrregião Centro-Oeste: Cadeia Produtiva das Rochas Ornamentais

3º Período · Tecnólogo em LogísticaColatina, Baixo Guandu, São Domingos do Norte
Autores

Arthur Álvares, Daniele Aurelio, Dâmilla Leppaus, Thabita Simora, Luiza Borel

Orientação

Prof. Denilton Macário de Paula

Logística

A Microrregião Centro-Oeste representa cerca de 5,33% do PIB estadual, destacando-se pela produção agropecuária (café) e pela cadeia das rochas ornamentais, especialmente mármore e granito. A economia concentra-se em Colatina, principal polo comercial e de serviços, enquanto Baixo Guandu tem papel estratégico no Corredor Leste da EFVM. A logística combina os modais rodoviário, ferroviário (EFVM) e portuário, exigindo equipamentos pesados como guindastes, pórticos e empilhadeiras.

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Capa do banner "Região Central Sul Capixaba"
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Central Sul
Superior

Região Central Sul Capixaba

3º Período · Tecnólogo em Logística
Autores

Heitor Delatorri, Layza Ferreira, Daniel Santos, Gabriela Tregnago

Orientação

Prof. Denilton Macário de Paula

Logística

A Microrregião Central Sul é estratégica para a economia capixaba, destacando-se pelo agronegócio e pelo setor de serviços, com forte produção de café arábica, leite, hortaliças e frutas. A agricultura familiar sustenta a economia local e abastece o mercado estadual. A logística é predominantemente rodoviária, conectando as propriedades rurais aos centros de distribuição e garantindo o escoamento da produção.

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Capa do banner "Bom Jesus do Norte e São José do Calçado"
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Caparaó
Superior

Bom Jesus do Norte e São José do Calçado

1º Período · Tecnólogo em LogísticaSão José do Calçado, Bom Jesus do Norte
Autores

Rafaella Borsonel, Endriw Lauretti, Darci Pereira, Ludmila Silva, Nicollas Tesch

Orientação

Profa. Bianca Moro; Prof. Claude Killian de Alvarenga; Prof. Denilton Macário de Paula; Prof. Rafael Cavalcanti Bizerra

Logística

O estudo analisa o PIB e o perfil empresarial de São José do Calçado e Bom Jesus do Norte, no sul do Espírito Santo, com foco na logística das atividades econômicas. As principais cadeias produtivas são a cafeicultura e a pecuária leiteira. A pesquisa, baseada em dados do IBGE (2023) e visitas técnicas de campo, examina os meios de transporte e os desafios logísticos da região.

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Capa do banner "Muniz Freire e Divino de São Lourenço"
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Caparaó
Superior

Muniz Freire e Divino de São Lourenço

1º Período · Tecnólogo em LogísticaMuniz Freire, Divino de São Lourenço
Autores

Rafaela Felipe, Gilmar Loterio

Orientação

Prof. Claude Killian de Alvarenga

Muniz Freire é produtora de café conilon e arábica, com o café embalado em sacas de 60 kg ou contêineres e escoado das fazendas a armazéns e portos pelas rodovias ES-181, ES-165, ES-379 e ES-483 (ligação à BR-262), com armazenagem em silos e exportação por navios. Divino de São Lourenço tem como produção principal café e leite e inicia a fruticultura; o leite é transportado em caminhões com tanque isotérmico (2 °C a 4 °C) e depois filtrado, pasteurizado, homogeneizado e embalado.

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Capa do banner "Municípios de Guaçuí e Dores do Rio Preto"
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Caparaó
Superior

Municípios de Guaçuí e Dores do Rio Preto

1º Período · Tecnólogo em LogísticaGuaçuí, Dores do Rio Preto
Autores

Anna Júlia Gomes, Cláudia Campos, Klayton Mello, Lislayne Manente, Sara Antunes

Orientação

Profa. Bianca Moro; Prof. Claude Killian de Alvarenga; Prof. Denilton Macário de Paula; Prof. Rafael Cavalcanti Bizerra

Logística

Localizados na Bacia Hidrográfica do Rio Itabapoana, na divisa com Minas Gerais e Rio de Janeiro, Guaçuí e Dores do Rio Preto integram uma área estratégica do sul capixaba, na Região do Caparaó. A economia destaca-se na agricultura familiar, com a cafeicultura em crescimento e foco em cafés arábica e especiais. O banner detalha a cadeia produtiva do café e como o produto é transportado.

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Capa do banner "Alegre e Jerônimo Monteiro"
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Caparaó
Superior

Alegre e Jerônimo Monteiro

1º Período · Tecnólogo em LogísticaAlegre, Jerônimo Monteiro
Autores

Autoria não identificada no banner.

Alegre (fundada em 1884, 29.117 habitantes) tem economia baseada em cafeicultura, agricultura familiar, comércio e serviços, com forte presença da educação universitária (UFES). Jerônimo Monteiro (fundada em 1958, 11.575 habitantes) destaca-se em agricultura, cafeicultura, pecuária e comércio local. Ambos contam com infraestrutura de rodovias como BR-482 e ES-181/ES-185.

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Capa do banner "Ibatiba e Irupi: dois municípios, um futuro de oportunidades"
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Caparaó
Superior

Ibatiba e Irupi: dois municípios, um futuro de oportunidades

1º Período · Tecnólogo em LogísticaIbatiba, Irupi
Autores

Autoria não identificada no banner.

Logística

Ibatiba ('Terra das Águas e do Café'), a 156 km de Vitória, tem economia baseada em cafeicultura, agricultura familiar, comércio e serviços, sendo conhecida como Capital Capixaba do Café. Irupi, a 191 km de Vitória, baseia sua economia no agronegócio, com cafeicultura, pecuária, produção de móveis e comércio. A infraestrutura logística apoia-se nas rodovias BR-262, ES-181, ES-185, ES-379 e ES-488, escoando a produção de café.

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Capa do banner "Iúna e Ibitirama"
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Caparaó
Superior

Iúna e Ibitirama

1º Período · Tecnólogo em LogísticaIúna, Ibitirama
Autores

Arthur Monteiro, Aléxia Siqueira

Orientação

Prof. Claude Killian de Alvarenga

Logística

Iúna e Ibitirama, no Caparaó Capixaba, têm a cafeicultura como principal base econômica, com forte produção de café arábica de montanha e cafés especiais. Iúna é o maior produtor de café arábica do estado (~11.189 t/ano) e Ibitirama possui cerca de 8 mil hectares cultivados (~130 mil sacas/ano). O fluxo logístico inicia nas fazendas familiares, segue para cooperativas e armazéns e é transportado por rodovia até o Porto de Vitória, de onde é exportado em contêineres.

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Capa do banner "Atividades Econômicas de Afonso Cláudio"
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Sudoeste Serrana
Médio

Atividades Econômicas de Afonso Cláudio

2º Ano A · Médio IntegradoAfonso Cláudio
Autores

Heitor Alexandre Morais, Filipe Ruckdeschel, Letícia Pazini, Maria Eduarda Ribeiro, Paulo Miguel Dias

Orientação

Prof. Rafael Bizerra

Logística

Afonso Cláudio, na região serrana, tem economia fortemente ligada à agropecuária e à agricultura familiar, com relevo montanhoso e predomínio de pequenas propriedades. Embora o café seja a principal atividade, a pecuária leiteira tem destaque, integrando cooperativas e laticínios como a Coopeavi e os laticínios Veneza. Na cadeia do leite, o produto é refrigerado após a ordenha e coletado por caminhões nas propriedades.

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Capa do banner "Domingos Martins e suas produções"
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Sudoeste Serrana
Médio

Domingos Martins e suas produções

2º Ano A · Médio IntegradoDomingos Martins
Autores

Ágatha Rosi, Amanda Milotti, Lara Moreira, Maria Eduarda Fardin, Yasmin Oliveira, Mylena Pereira

Orientação

Prof. Rafael Bizerra

Domingos Martins, a Cidade do Verde, fica nas Montanhas Capixabas a 45 km de Vitória e tem PIB em torno de R$ 1,3 bilhão, com forte presença de serviços e agronegócio. A produção, baseada em agricultura familiar com alta tecnologia e agroturismo, destaca-se no morango cultivado em sistema semi-hidropônico. A cadeia agrega valor da lavoura à agroindústria, com escoamento via CEASA/ES, feiras livres e comercialização para MG, RJ e BA.

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Capa do banner "Brejetuba: Capital do Café Arábica"
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Sudoeste Serrana
Médio

Brejetuba: Capital do Café Arábica

2º Ano A · Médio IntegradoBrejetuba
Autores

Gabriel Santos, Davi Bergstedt, Arthur Silva, Luiz Almeida, Gabriel Silva

Orientação

Prof. Rafael Bizerra

Brejetuba é conhecida como a capital nacional do café arábica, sua principal atividade econômica. A cafeicultura é cultivada em cerca de 800 propriedades rurais (cerca de 73% de agricultores familiares), com produção anual de aproximadamente 150 mil sacas de cafés superiores. O escoamento é rodoviário, do beneficiamento até o Centro de Comércio de Cafés Vitória (CCCV), de onde é distribuído para os mercados interno e externo.

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Capa do banner "Marechal Floriano: a apicultura local"
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Sudoeste Serrana
Médio

Marechal Floriano: a apicultura local

2º Ano A · Médio IntegradoMarechal Floriano
Autores

Ana Luiza Gonçalves Pereira, Mellyna Fernandes de Lima, Milena de Oliveira Guerini, Nathaly Facco Pereira Reis, Noemi Araújo de Souza

Orientação

Prof. Rafael Bizerra

Marechal Floriano, a cerca de 48,6 km de Vitória, tem economia marcada pela diversidade agrícola e colonização europeia. Embora avicultura e olericultura sejam motores tradicionais, a apicultura consolidou-se como setor de alto valor agregado e sustentabilidade, forte pilar da agricultura familiar. O mel é beneficiado em pequenas unidades, embalado em potes de vidro ou bisnagas e transportado pela BR-262 para centros de distribuição e supermercados da Grande Vitória.

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Capa do banner "Vinícola e agroturismo em Venda Nova do Imigrante"
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Sudoeste Serrana
Médio

Vinícola e agroturismo em Venda Nova do Imigrante

2º Ano A · Médio IntegradoVenda Nova do Imigrante
Autores

Fernanda Alves, Lavínia Neves, Mariany Stanislauw, Micaelly Medeiros, Sophia Castro

Orientação

Prof. Rafael Bizerra; Profa. Bianca Moro

Venda Nova do Imigrante, a cerca de 106 km de Vitória, é conhecida nacionalmente pela forte agricultura familiar e pelo agroturismo. Destaca-se na produção de café arábica, vinhos artesanais e produtos coloniais, que fortalecem a identidade cultural italiana. O fluxo da produção vinícola vai da colheita à fermentação, envase e distribuição, dependendo do modal rodoviário; parte significativa é comercializada diretamente nas vinícolas (inbound just-in-time, fermentação de 15 dias, maturação de 6 a 24 meses).

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Capa do banner "Conceição do Castelo: referência na tangerina Ponkan"
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Sudoeste Serrana
Médio

Conceição do Castelo: referência na tangerina Ponkan

2º Ano A · Médio IntegradoConceição do Castelo
Autores

Any Helen de Assis, Guilherme Sala, Miguel Bueloni, Kauan Prata, Estevão dos Santos, Rhoan Trancoso

Orientação

Prof. Rafael Bizerra

Conceição do Castelo, a cerca de 130 km de Vitória, tem economia baseada na agricultura, com PIB per capita de R$ 29.880,11. A divisão econômica é composta por Serviços (39,7%), Administração Pública (26,7%), Agropecuária (23,2%) e Indústria (10,4%), sendo o café a principal fonte de renda e a tangerina Ponkan uma cultura de destaque (segundo maior produtor do estado). O escoamento usa o modal rodoviário (BR-262, ES-165, ES-166, ES-472) com caminhões refrigerados, caixas plásticas vazadas e pallets.

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Capa do banner "Análise econômica de Laranja da Terra"
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Sudoeste Serrana
Médio

Análise econômica de Laranja da Terra

2º Ano A · Médio IntegradoLaranja da Terra
Autores

Pedro Souza de Freitas, Mayrllon Moreira da Silva, Lucas Andrade Costa, Caio Alexandre Hachbart da Rocha, Nathiely Coser Lugão

Orientação

Prof. Rafael Bizerra

Laranja da Terra (458,37 km², 11.094 habitantes, 67% na zona rural) está a ~180 km de Vitória pelas rotas ES-080 e BR-262. A agropecuária responde por 25,88% do PIB municipal, com destaque para o café conilon (1.063 estabelecimentos, ~3.500 t/ano), além de banana, pecuária leiteira, inhame e piscicultura. O escoamento é rodoviário via cooperativas Cooabriel e EXPOCACCER, com destino ao mercado nacional e exportação pelos portos capixabas.

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Capa do banner "Vitivinicultura em Santa Teresa"
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Central Serrana
Médio

Vitivinicultura em Santa Teresa

2º Ano B · Médio IntegradoSanta Teresa
Autores

Paolla da Silva, Joana Lemos, Jhonatan Martins, Victória Nunes, Samara dos Santos, Mikaela Silva

Orientação

Prof. Rafael Bizerra

A vitivinicultura de Santa Teresa tem grande importância econômica e cultural, sendo o município o maior produtor de vinhos do estado, com cerca de 10 a 11 vinícolas ativas (destaque para Ziviani e Tomazelli) e produção anual superior a 100 mil litros (~46% da produção estadual). A logística usa transporte a granel em caminhões isotérmicos higienizados com nitrogênio e fracionado em pallets e baús climatizados, com controle de temperatura para evitar oxidação.

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Capa do banner "Microrregião Central Serrana: Itarana"
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Central Serrana
Médio

Microrregião Central Serrana: Itarana

2º Ano B · Médio IntegradoItarana
Autores

Ana Rafaella Gratival, Evinly Correa, Gustavo Furlani, Luiza Goulart, Sophia França, Thainá Braga

Orientação

Profa. Bianca Moro; Prof. Rafael Bizerra

Logística

A economia de Itarana é fortemente ligada ao setor agropecuário, especialmente à agricultura familiar, tendo o café como base (cerca de 90% da economia local). O município produz aproximadamente 83,5 mil sacas/ano, sendo 57,2% café arábica (regiões altas) e 42,8% conilon (vales), graças à sua zona de transição geográfica. A cadeia logística é 100% rodoviária, com a produção em sacarias de juta ou polipropileno de 60 kg escoada pelas ES-261, 264, 080, 355 e BR-101 até a CEASA-ES (Cariacica).

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Capa do banner "Santa Maria de Jetibá: Avicultura"
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Central Serrana
Médio

Santa Maria de Jetibá: Avicultura

2º Ano B · Médio IntegradoSanta Maria de Jetibá
Autores

Alana Marchesi, Ana Clara Xavier, Ana Gabriely Lucht, Letícia Rosario, Sophia Giuriato, Sophie Fróis

Orientação

Prof. Rafael Bizerra; Profa. Bianca Moro

Santa Maria de Jetibá é a principal força econômica da microrregião Central Serrana, com o maior PIB da região e PIB per capita de R$ 62.270,27 (2023). A avicultura responde por 60% da agropecuária municipal, sendo o município o maior produtor de ovos do Brasil, com cerca de 10 bilhões de ovos por ano, abastecendo o Sudeste com apoio de cooperativas como a Nater Coop. Os ovos passam por seleção, classificação e embalagem e são transportados por rodovia em bandejas e caixas sobre pallets.

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Capa do banner "Análise Logística e Econômica de Itaguaçu"
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Central Serrana
Médio

Análise Logística e Econômica de Itaguaçu

2º Ano B · Médio IntegradoItaguaçu
Autores

Isaac Ribeiro, Lucas Fernandes, Daniel Lorenzutti, Eduardo Facco, Victor Raposo

Orientação

Prof. Rafael Bizerra; Profa. Bianca Moro

Logística

Itaguaçu possui forte economia agrícola, com destaque para o café especial, agricultura familiar e mineração, contando com cooperativas como a Nater Coop (antiga Coopeavi). O escoamento da produção é exclusivamente rodoviário, com o café carregado de forma manual ou paletizada e transportado em caminhões higienizados até o Complexo Portuário de Vitória, a 138 km.

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Capa do banner "Produção de Gengibre em Santa Leopoldina"
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Central Serrana
Médio

Produção de Gengibre em Santa Leopoldina

2º Ano B · Médio IntegradoSanta Leopoldina
Autores

Eloá Barbosa, Emilly Medeiros, Emily Conceição, Lara Sales, Livya Silva, Valentina Meira

Orientação

Prof. Rafael Bizerra

Santa Leopoldina, a 49,5 km de Viana, tem relevo acidentado (500 a 900 m), clima ameno e solo bem drenado que criam o microclima ideal para o cultivo de gengibre, tornando o município e a região serrana líderes nacionais. O cultivo leva de 7 a 10 meses e, após a colheita, o produto é lavado, seco, selecionado, embalado e transportado por caminhões até CEASAs, centros de distribuição, feiras e supermercados. O ES produz 75% do gengibre brasileiro e mais de 57% das exportações nacionais, movimentando mais de R$ 317 milhões por ano.

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Capa do banner "Indústria Moveleira de Linhares: Logística e Desenvolvimento"
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Rio Doce
Médio

Indústria Moveleira de Linhares: Logística e Desenvolvimento

2º Ano C · Médio IntegradoLinhares
Autores

Maria Eduarda Alvarenga Martins, Rafaela Assis Andrade, Matheus de Souza Martins, Isabelle Campos das Neves, Clara Lopes Pimentel, Maria Fernanda Castro da Silva

Orientação

Prof. Rafael Bizerra

Logística

O polo moveleiro de Linhares, no entorno da BR-101, reúne cerca de 150 empresas e responde por aproximadamente 4% da produção nacional de móveis, com faturamento anual em torno de R$ 450 milhões e cerca de 3,5 mil empregos diretos e 9 mil indiretos. A logística envolve transporte rodoviário até portos e centros de distribuição e transporte marítimo nas exportações, com uso de pallets, contêineres, cargas unitizadas e empilhadeiras.

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Capa do banner "Microrregião Rio Doce: João Neiva"
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Rio Doce
Médio

Microrregião Rio Doce: João Neiva

2º Ano C · Médio IntegradoJoão Neiva
Autores

Alexandre Mateus B. Almeida, João L. Oliosi, Juan P. Báfica, Igor Samuel S. Caetano, Ana Luiza C. Macedo, Carlos Henrique F. Biancardi

Orientação

Prof. Rafael Cavalcanti Bizerra

A economia de João Neiva, município fundado em 1988 com cerca de 16 mil habitantes, baseia-se na agropecuária, no comércio e em pequenas indústrias, destacando-se a produção de café conilon. O café é produzido em pequenas e médias propriedades familiares, abastece o mercado interno e participa das exportações capixabas. A pecuária (leite e carne) e a agricultura familiar complementam a renda rural, e a proximidade da BR-101 facilita o transporte.

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Capa do banner "Rio Bananal: a Logística do Café"
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Rio Doce
Médio

Rio Bananal: a Logística do Café

2º Ano C · Médio IntegradoRio Bananal
Autores

Carlos Miguel da V. Lopes, João Pedro Souza Silva, Lucas Borges de C. Lecco, Paulo Henrique Vulpi das Neves, Arthur E. Pandolfi Moisés, Mateus Bello Zonta

Orientação

Prof. Rafael Cavalcanti Bizerra

Logística

Rio Bananal, ao norte do estado, tem economia fortemente baseada na agricultura, com PIB estimado em cerca de R$ 787,9 milhões e destaque para agropecuária, serviços, administração pública e indústria. O café é o produto mais forte da cidade, gerando empregos e movimentando o comércio local. O processo logístico envolve transporte rodoviário, armazenamento em galpões e transporte marítimo, com o café escoado a armazéns, centros de distribuição e portos do ES (inclusive vendas à Realcafé).

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Capa do banner "Sooretama: a Capital do Conilon e seus Desafios Logísticos"
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Rio Doce
Médio

Sooretama: a Capital do Conilon e seus Desafios Logísticos

2º Ano C · Médio IntegradoSooretama
Autores

Anne Emanuelly A. Alves, Lays Sthefany B. Nunes, Maria Eloíza da S. Moura, Carlos Eduardo R. Lima, Victor Santos da S. Pinto, Artur de A. Rezende Buaiz

Orientação

Prof. Rafael Cavalcanti Bizerra

Logística

Sooretama, a 119 km da capital, tem PIB de R$ 911,9 milhões e economia fortemente ligada ao agronegócio, sendo o café conilon a cultura predominante. É a maior cidade produtora de café do Espírito Santo e a terceira do país, com o conilon respondendo por 37% do PIB agrícola estadual. A produção, majoritariamente familiar, segue para torrefação/descafeinação e é escoada por rodovia a portos, terminais e armazéns, usando big bags, sacarias, carretas e contêineres.

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Rio Doce
Médio

Logística e Agroturismo em Ibiraçu

2º Ano C · Médio IntegradoIbiraçu
Autores

Arthur Zanetti, Beatriz Cardoso Machado, Cauã Lucas Dias de Freitas, Jamilly de Almeida Abreu, Leticia Gonoring Broedel, Miguel Viana Soares

Orientação

Prof. Rafael Bizerra; Profa. Bianca Moro

Ibiraçu, a cerca de 75 km de Vitória, desenvolve o agroturismo, que integra produção rural, cultura local e experiências turísticas, ligado à produção de café conilon, à gastronomia típica e às tradições italianas. O fluxo turístico, vindo principalmente da Grande Vitória pela BR-101, impulsiona a economia e exige uma cadeia de suprimentos eficiente para restaurantes e estabelecimentos que dependem do abastecimento diário de produtos frescos.

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Rio Doce
Médio

Microrregião do Rio Doce: Aracruz e a Celulose

2º Ano C · Médio IntegradoAracruz
Autores

Ana Julia Fiorotti Silva, Cristoffer Guilherme Falcão Nossa, Emilly Hellem de Oliveira Zonta França, Gustavo da Rocha Merlo, Guilherme Barros do Carmo, Lucas Martins Lúcio Soares

Orientação

Prof. Rafael Cavalcanti Bizerra

Logística

Aracruz, a 83 km de Vitória, tem a indústria como principal fonte de renda, com 58,24% das atividades concentradas no setor industrial e renda per capita anual de R$ 52.900,73; destaca-se a celulose, produzida pela Suzano S.A. (que absorveu a antiga Aracruz em 2009). A cadeia vai da plantação de mudas à produção de fardos, exportados via Portocel. Em 2025 o Portocel movimentou recorde de 7,8 milhões de toneladas (receita líquida de R$ 287,5 milhões, +16% sobre 2024). Caminhões levam os fardos ao porto, transbordados para navios com destino a China, EUA e Europa.

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